“Em prol de
Aristóteles”
de Aquilino Ribeiro, apareceu
a tese que no Estudo de Paris
António de Gouveia defendeu.
O célebre humanista português
de vencida levou seus contendores
que em número maior, por sua vez,
eram da tese oposta defensores.
Venceu Gouveia em prol do seu critério
de se manter na Universidade
o ensino de Aristóteles… a sério.
O que, porém, mais belo denomino
é desde logo, em nome da verdade,
o soberbo prefácio de Aquilino!
João de Castro Nunes
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