Sob o
espectro da miséria
o arcanjo da pobreza, desasado,
de
macilento rosto e magro porte,
deixando o povo todo alvoroçado.
Já não se sabe onde ir buscar dinheiro
para comprar o pão de cada dia,
de todos os direitos o primeiro
que quem governa respeitar devia.
Como é que a este ponto se chegou
foi coisa que o poder nunca apurou
e para o qual também contribuiu.
Foi na medida em que isto permitiu
que o soberano Estado é responsável
por este
panorama… miserável!
João de Castro Nunes
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