Meu gonfalão
dos edifícios públicos, ao vento,
ó verde-rubra flama das paradas,
eu páro nem que seja um só momento!
Vêm-me à ideia as gestas praticadas
pelo meu povo, cujo valimento
em épicas estrofes sublimadas
Camões eternizou com seu talento.
Minha auriflama bicolor de festa,
meu gonfalão que ondulas com nobreza
e que és do Império a imagem que nos resta,
quando passo por ti, minha alma reza
por quantos ajudaram a criar
este país… plantado à beira-mar!
João
de Castro Nunes
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