domingo, 4 de março de 2012
Até Jerusalém!
Às praias donde outrora nós viemos,
aos areais imensos do Infinito,
havemos de voltar conforme cremos
e nos sagrados textos anda escrito.
Não é promessa vã nem puro mito
o que em papiro e pergaminho lemos
bem como assim nas tábuas de arenito
que de Moisés um dia recebemos.
Voltaremos à pátria primitiva
com áureas dunas a perder de vista
e muito sol em chama sempre viva.
A conversar com Deus e sem que exista
litígio ou desavença com ninguém
retornaremos a… Jerusalém!
João de Castro Nunes
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