Luminosa
brancura
da cor do arminho, semelhante à neve,
tudo era puro, luminoso e leve,
angelical: a impressão que dava.
Tu tinhas o condão de repelir
de ao pé de ti o espírito do mal,
tinhas carisma, um jeito especial
para obrigar as almas a subir.
Em ti, tudo era luz e claridade,
limpidez, transparência, santidade
que tinhas por virtude e natureza.
A estrela que
tu eras se apagou,
porém a luz que dela irradiou
à minha volta continua acesa!
João de Castro Nunes
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