Um simples
caco
Quando nas minhas investigações
ensejo tenho
de em qualquer buraco
desenterrar algum perdido caco
de ultrapassadas civilizações,
procuro imaginar… as criaturas
suas contemporâneas que terão
como eu sonhado ter na sua mão
a chave do mistério das alturas!
Em termos de feições como seriam,
como era a sua pele, a cor dos olhos,
que língua ou dialecto falariam?!
Nisto me fico tempos… a pensar
se acaso a sua vida foi de abrolhos
ou se de rosas em calmoso mar!
João de Castro Nunes
a inocência é de todos os tempos
ResponderEliminarassim como, covardia e a miséria
de como o humano prospera é tênue
o resguardo a não ficar assombrado.