António Granjo
Sobre Arganil e sua região
continua a pairar, inconfessável,
um manto de silêncio impenetrável,
que envolve o cerne da população.
Quem matou Granjo só por ele ser
o chefe do governo, cuja morte
foi para alguns políticos a sorte
por lhes abrir a porta do poder?
Ciciam-se rumores… muito embora
ninguém se comprometa, abrindo a boca,
nos serões em família… noite fora.
Ainda que o suspeite, não me toca
pôr em letra de forma a conjectura
que irá comigo… para a sepultura!
João de Castro Nunes
Ah... Destas questões, quando do impenetrável
ResponderEliminarNem soubera, o amigo. São assuntos quase, escabrosos
chegam de ser temerosos, pois em cada percepção
compactua da acção, e nem sempre a boa intenção...