Voltando a Cafarnaum
Porque ouviste, Senhor, a minha prece
aliviando um pouco o sofrimento
do meu filho doente, que padece,
em mim não caibo de contentamento!
Da mesma forma, que não mais me esquece,
em que, perante o seu padecimento,
por ele te pedi, neste momento
minha alma de joelhos te agradece.
Dou-te por ele, se preciso for,
a minha própria vida, muito embora
não tenha para ti… grande valor.
De qualquer modo, devotadamente,
de hoje em diante, pela vida fora,
sempre de rastos me terás na frente!
João
de Castro Nunes